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Title: O que pensamos sobre o funcionamento da nossa memória indica-nos como realmente ela funciona?
Authors: Rodrigues, Pedro F. S., orientador científico
Babo, Ana Beatriz Cunha
Keywords: Queixas de memória
Memória objetiva
Envelhecimento
Jovens-adultos
Ansiedade
Depressão
Issue Date: 22-Nov-2022
Citation: Babo, A. B. C. (2022). O que pensamos sobre o funcionamento da nossa memória indica-nos como realmente ela funciona? [Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde, Universidade Portucalense]. Repositório Institucional UPT. http://hdl.handle.net/11328/4544
Abstract: A memória humana traduz-se na capacidade de registar, armazenar e evocar informações e pode dividir-se em vários tipos. Esta é amplamente estudada através de tarefas objetivas (e.g., aritmética e a memória de dígitos). No entanto, em contextos clínicos, numa primeira abordagem aos indivíduos, são utilizadas questões sobre a perceção que estes têm acerca do funcionamento da sua memória e por vezes não são conduzidas tarefas de avaliação objetivas. A literatura tem-se focado principalmente na relação entre a memória autobiográfica e as queixas de memória, constatando-se que as queixas de memória e os resultados que os indivíduos apresentam em tarefas de memória objetiva muitas vezes não coincidem e essa diferença pode ser explicada por uma multiplicidade de fatores. Com este projeto pretendeu-se compreender melhor a relação entre a memória objetiva e subjetiva, estudando a relação em jovens-adultos e idosos, entre as queixas de memória e os resultados obtidos em tarefas de memória objetiva (e.g., tarefas visuo-espaciais e evocação imediata), relação pouco abordada na literatura. Este estudo envolveu 80 participantes (40 jovens-adultos e 40 idosos). Os resultados evidenciaram a existência de diferenças entre os grupos, assim como a influência da depressão nas queixas subjetivas de memória.
Human memory translates into the ability to record, store, and recall information and can be divided into several types. It is widely studied through objective tasks (e.g., arithmetic and digit memory). However, in clinical contexts, in a first approach to individuals, questions are used about their perception of the functioning of their memory and sometimes objective tasks are not conducted. The literature has focused mainly on the relationship between autobiographical memory and memory complaints, realizing that memory complaints and the results that individuals present in objective memory tasks often do not coincide and this difference can be explained by a wide range of factors. With this project, it’s intended to understand better the relationship between objective and subjective memory, studying the relationship, in young adults and the elderly, between memory complaints and the results obtained in objective memory tasks (e.g., namely visuospatial tasks and immediate evocation), relation rarely addressed in the literature. This study involves 80 participants (40 are young adults and 40 are elderly). The results show the existence of differences between the two groups, as well as the influence of depression on subjective memory complaints.
URI: http://hdl.handle.net/11328/4544
Appears in Collections:INPP - Dissertações de Mestrado / MSc Dissertations

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