Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11328/3160
Title: Aceitação e compromisso e ansiedade social: o impacto do isolamento social numa amostra universitária feminina
Authors: Vagos, Paula, orientador científico
Fernandes, Sara, orientador científico
Mendonça, Catarina Isabel Ferreira
Keywords: Ansiedade Social
Isolamento Social
Flexibilização Psicológica
Aceitação e compromisso
Processos do ACT
Issue Date: 29-Jul-2020
Citation: Mendonça, C. I. F. (2020). Aceitação e compromisso e ansiedade social: o impacto do isolamento social numa amostra universitária feminina. (Dissertação de Mestrado), Universidade Portucalense, Portugal. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/3160
Abstract: O presente estudo visa verificar o impacto da flexibilidade psicológica nos níveis de ansiedade social, enquanto moderados pelo isolamento social. Vivenciamos, nos dias de hoje, uma crise pandémica mundial, que levou vários países do mundo a decretar medidas de distanciamento social, incluindo o isolamento social. O isolamento social é imprescindível para proteger a nossa saúde física e impedir o contágio pelo vírus, mas pode ter consequências negativas sobre a saúde mental, por outro lado, a flexibilidade psicológica poderá atenuar este impacto. Para fazer face aos objetivos deste estudo, recorreu-se a uma amostra de 83 participantes do sexo feminino, a frequentar uma licenciatura do ensino universitário, com idades compreendidas entre 18 e 25 anos (M = 19.61, DP = 1.42). Estas participantes reportaram sobre os seus níveis de ansiedade social e de abertura à experiência, consciência comportamental e ações valorizadas. Os resultados obtidos denotam que não existem diferenças entre os indivíduos que saíram e não saíram de casa nos níveis de ansiedade social e flexibilidade psicológica que apenas nos primeiros existe correlação estatisticamente significativa entre os processos de aceitação e compromisso e os níveis de ansiedade social. De igual modo, é apenas nos indivíduos que saíram de casa que a flexibilidade psicológica teve um impacto negativo na ansiedade social. Para concluir, podemos verificar, que os indivíduos ao terem regras contra a propagação do vírus poderão sentir-se mais seguros quando contactam com a realidade de sair de casa. Uma vez que seguem as regras, poderão sentir a sua saúde mais preservada , aumentando a disponibilidade de aceitar e lidar com eventos internos e externos, de modo adaptativo, reduzindo a possibilidade desenvolvimento de maiores níveis ansiedade social.
URI: http://hdl.handle.net/11328/3160
Appears in Collections:INPP - Dissertações de Mestrado / MSc Dissertations

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