Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11328/3001
Title: O bem-estar subjetivo de adolescentes em acolhimento familiar e acolhimento residencial em Portugal
Authors: Delgado, Paulo
Carvalho, João M. S.
Correia, Maia Fátima
Keywords: Adolescentes
Bem-estar subjetivo
Acolhimento familiar
Acolhimento residencial
Portugal
Issue Date: 2019
Citation: Delgado, P., & Carvalho, J. M. S., & Correia, M. F. (2019). O bem-estar subjetivo de adolescentes em acolhimento familiar e acolhimento residencial em Portugal. In J. Longás, & J. Vilar (Coords.), Congreso Internacional SIPS 2019 Comunicaciones y conclusiones: La Pedagogía Social en um entorno viva: viejos problemas, nuevas perspectivas? (pp. 127-130), Barcelona, Spain, 5-6 nov.2019. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/3001
Abstract: O conceito de bem-estar subjetivo envolve várias dimensões da pessoa e relaciona-se com aquilo que cada pessoa pensa, avalia e sente sobre a sua própria vida (Silva, Matos & Diniz, 2010). Esta perceção pessoal pode serfeita a partir de uma avaliação cognitiva, que resulta de juízos relativos à satisfação com a vida, e de uma componente afetiva, correspondente às reações emocionais, que se associam ao conceito de felicidade (Galinha, 2008). Deste modo, o bem-estar subjetivo é uma componente essencial da qualidade e da satisfação com a vida (Casas, 2015).Vários estudos demonstram que, embora o bem-estar subjetivo seja um processo individual, existe uma correlação positiva entre bem-estar subjetivo e o contexto interpessoal, social e familiar (Lee e Yoo, 2015). A existência de uma rede social de apoio funciona como fator de proteção para os indivíduos, o que se torna especialmente significativo nas crianças em situações de vulnerabilidade social. A existência de interações sociais e afetivas mais amplas reforçam a capacidade para as crianças enfrentarem situações de vida adversas, como a institucionalização. Em Portugal, em 2017, havia 7.553 crianças acolhidas, das quais apenas 3% estavam em famílias de acolhimento. Além disso, deve-se notar que apenas 18 das 885 crianças acolhidas, com menos de 6 anos de idade, estavam em acolhimento familiar, representando apenas 2% desta faixa etária (Instituto da Segurança Social, 2018). Nos últimos dez anos, de 2008 a 2017, e apesar de uma redução de quase 25% no número total de crianças internadas em instituições de acolhimento, a institucionalização aumentou em termos relativos quando comparada com o acolhimento familiar.No que se refere à comparação entre o nível de bem-estar das crianças que vivem em acolhimento familiar com aquelas que vivem em acolhimento residencial, têm sido realizados recentemente estudos que demonstram que as primeiras percecionam um maior nível de bem-estar subjetivo num conjunto de domínios da sua vida, como educação, saúde, relações sociais, e ocupação do tempo livre (Delgado, Oliveira, Carvalho, Correia & Campos, 2019). As crianças em situação de acolhimento residencial poderão vivenciar situações de instabilidade, como a mudança de instituição e consequentemente de escola, alterações nas suas saídas com os amigos ou ao nível das suas atividades de tempo livre (Llosada-Gistau, Casas & Montserrat, 2017).
URI: http://hdl.handle.net/11328/3001
ISBN: 978-84-947978-7-3
Appears in Collections:REMIT - Comunicações a Congressos Internacionais / Papers in International Meetings

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