Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11328/2352
Title: International new ventures: The importance of competences, expertise and networks – additional problems for family firms?
Authors: Lobo, Carla Azevedo
Maldonado, Isabel
Jayantilal, Shital
Keywords: Empresas familiares
International new ventures
Competências
Redes relacionais
Issue Date: 2018
Citation: Lobo, C. A., Maldonado, I., Jayantilal, S. (2018). International new ventures: The importance of competences, expertise and networks - additional problems for family firms? In A. P Marques (org.), Roadmap para Empresas Familiares: Mapeamento, Profissionalização e Inovação (pp. 248-278). Braga: Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA-UMinho). doi: 10.21814/1822.56256. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2352
Abstract: Este estudo explora a importância das competências e redes relacionais no processo de internacionalização das PMEs portuguesas. Sendo de pequena dimensão e com recursos limitados, o processo de internacionalização é um grande desafio para as pequenas empresas, grupo onde podemos incluir as Empresas Familiares (EF). A pesquisa sobre “international new ventures” (INV) vem colocar em causa a ideia de que empresas pequenas e jovens tem dificuldade em internacionalizar as suas operações ou que só o fazem de forma gradual. Davis e Harvston (2000) e Graves e Thomas (2004) reforçam esta situação alegando que as EF podem não possuir a ampla gama de capacidades (como a deteção de oportunidades internacionais) necessárias para avançar com a internacionalização. Hall e Nordquist (2008) e Zhang e Ma (2009) afirmam que uma das desvantagens das EF em relação à internacionalização é a dificuldade em contratar e envolver gestores de fora do círculo familiar. Além disso, os gestores/proprietários destas empresas que tomam decisões estratégicas, como a de internacionalização, são geralmente mais avessos ao risco do que os gestores de outras empresas não familiares, pois têm muito mais a perder com o fracasso do projeto (Gómez-Mejía et al., 2007). Um crescente fluxo de pesquisa em INV tentou entender as causas, processos e resultados da decisão das PMEs em entrar em mercados estrangeiros. Um ponto comum diz respeito ao papel da aprendizagem e do conhecimento. O conhecimento organizacional, ou sua ausência, foi uma explicação central para a internacionalização em modelos originais baseados em estágios (Uppsala School), mas a teoria INV reconheceu que fatores individuais como experiência internacional, experiência individual dos colaboradores e competências especificas dos colaboradores também podem influenciar o ritmo e especialmente o início do processo de internacionalização. Mais especificamente, algumas evidências empíricas recentes oferecem importantes contributos sobre a internacionalização de pequenas e novas empresas, mostrando que as empresas mais jovens são capazes de compensar sua experiência limitada através da experiência individual anterior dos membros da sua equipa de gestão e por meio de redes relacionais. Embora a internacionalização tenha sido um tópico proeminente no campo de pesquisa da EF, as novas abordagens que surgiram nas últimas décadas têm sido negligenciadas. Neste trabalho, pretendemos colmatar esta lacuna, concentrando-nos nas INV. A revisão da literatura destacou fatores como redes relacionais, competências específicas e experiência internacional dos trabalhadores como agentes indutores do processo de internacionalização da empresa. O nosso estudo empírico, realizado com 320 empresas portuguesas, através das metodologias de Análise Exploratória de Dados e Inferência Estatística Univariada, confirmou estes resultados. Este estudo lança esta questão de pesquisa futura em EF, com o objetivo de entender melhor as estratégias de internacionalização dessas empresas.
URI: http://hdl.handle.net/11328/2352
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