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dc.contributor.authorPacheco, Luís Miguel-
dc.contributor.authorTavares, Fernando Oliveira-
dc.contributor.authorSoares, Vasco Salazar-
dc.contributor.authorWu, Xiaoyan-
dc.date.accessioned2018-07-12T14:48:23Z-
dc.date.available2018-07-12T14:48:23Z-
dc.date.issued2017-09-
dc.identifier.citationXiaoyan, Wu, Soares, V., Pacheco, L. M., & Tavares, F. O. (2017). Medidas de avaliação de desempenho: os fundos de ações europeias no período 2001 a 2015. Revista Brasileira de Finanças, 15(3), 403–433. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2201.-
dc.identifier.issn1679-0731-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11328/2201-
dc.description.abstractAs medidas de avaliação de desempenho dos fundos de investimento permitem estabelecer um ranking e têm um papel essencial para que os investidores tomem decisões de investimento. A escolha da medida indicada deve ter em consideração a preferência de risco por parte de investidores. Neste trabalho comparam-se as diferentes medidas ajustadas ao risco, tais como: índices de Sharpe, MM, Treynor, Jensen, RORAC, Informação, IVaR, Sortino, UPR, Omega, Fouse e Alfa de Sharpe. Os objetivos deste trabalho passam por testar a consistência entre as medidas, estudar a correlação das medidas com as preferências de risco e procurar as medidas que simulam o Morningstar rating. Para efetuar este estudo foram obtidos dados da base de dados da Yahoo finance, sendo que a amostra é constituída por 28 fundos de ações europeias, entre setembro de 2001 e setembro de 2015. Conclui-se que as medidas produzem rankings idênticos, pelo que existe uma correlação elevada entre elas, excluindo RORAC e o Índice de Informação. Este estudo mostra que a classificação dos fundos de investimento varia consoante o indicador possa assumir ou não elevada volatilidade de rendimentos. Os índices de Sharpe e MM evidenciaram maior capacidade explicativa em relação ao Morningstar rating e apresentam também uma correlação elevada com a função utilidade quadrática e com a função valor da teoria da perspectiva. O grau de correlação diminui à medida que aumenta o coeficiente de aversão ao risco, sendo que as medidas baseadas no downside risk (índice de Sortino e Omega) mantêm uma boa correlação com todos os níveis de preferência, tanto no período global como nos subperíodos.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectMedidas ajustadas ao riscopt_PT
dc.subjectFundos de investimentopt_PT
dc.subjectPreferência de riscopt_PT
dc.subjectRanking de desempenhopt_PT
dc.subjectMorningstar ratingspt_PT
dc.titleMedidas de avaliação de desempenho: Os Fundos de Ações Europeias no período 2001 a 2015pt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage403pt_PT
degois.publication.lastPage433pt_PT
degois.publication.volume15pt_PT
degois.publication.issue3pt_PT
degois.publication.titleRevista Brasileira de Finançaspt_PT
Appears in Collections:REMIT – Artigos em Revistas Internacionais / Papers in International Journals



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