Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11328/1300
Title: Facebook/Google como ferramentas de suporte ao ensino colaborativo/cooperativo: proposta de um modelo.
Authors: Ferreira, Maria João, orientador científico
Garcia, Luís Manuel Mendes
Keywords: Interação
Partilha
Escola
Colaboração
Conectivismo
Ligações
Nuvem
Ensino/Aprendizagem
Interaction
Sharing
School
Collaboration
Connectivism
Connections
Cloud
Teaching/Learning
Issue Date: Apr-2015
Publisher: Universidade Portucalense
Citation: Garcia, L. M. M. (2015). Facebook/Google como ferramentas de suporte ao ensino colaborativo/cooperativo : proposta de um modelo. (Tese de Doutoramento), Universidade Portucalense, Portugal. Disponível no Repositório UPT: http://hdl.handle.net/11328/1300.
Abstract: O impacto das transformações introduzidas na nossa sociedade por uma nova geração de tecnologia informática social é atual e profundo. Estas inovações permitem que as pessoas partilhem informação, colaborem em projetos e construam comunidades virtuais sem que, para tal, encontrem qualquer tipo de limite, seja temporal ou espacial. Neste sentido, estão criadas as condições para que várias pessoas possam interagir, trabalhar em conjunto com um objetivo comum e esperar um resultado pelo seu esforço enquanto grupo, podendo para tal fazer uso não de uma, mas de várias plataformas disponibilizadas na Nuvem. A escola em que crescemos, no entanto, ao invés de interação parece tender a valorizar a competição entre estudantes, fomentando, aparentemente o desenvolvimento do individualismo destes, contrariamente a uma colaboração, que nos parece, poderia ser saudável e produtiva para todos os intervenientes no processo de ensino/aprendizagem. A escola surge-nos assim como um espaço fechado, quase militarizado, que prepara para a guerra quando deveria educar para a paz. Mais do que um espaço que pode (pretender) ensinar, a escola deveria ser um ambiente de aprendizagem, onde todos os intervenientes pudessem de facto aprender em colaboração efetiva. O conectivismo emerge, assim, como uma teoria da aprendizagem para a era digital, na qual o conhecimento é construído segundo uma rede de ligações. O fenómeno do denominado Social Media, está a alterar de forma incisiva o modo como o ser humano cria interações entre si, com a informação e, por fim, com o próprio conhecimento. No contexto do conectivismo, “Eu guardo o meu conhecimento nos meus amigos” torna-se o axioma para o conhecimento coletivo e são estas ligações, entre os vários intervenientes, que constituem aquilo que entendemos por conectivismo. Um ambiente de aprendizagem pode, neste contexto, ser uma das componentes do processo ensino/aprendizagem, virtualmente, em qualquer domínio do saber, quando a razão epistemológica do seu desenvolvimento se encontra em consonância com as práticas pedagógicas do professor. Assim a nuvem conquistou o seu espaço no nosso quotidiano de um modo que não pode ser ignorado, uma vez que é, neste momento, transversal a toda a nossa sociedade. Criar um modelo que permita a estudantes e professores beneficiar das ligações que podem criar, bem como da nuvem, parece poder conduzir a um ecossistema de aprendizagem caracterizado por uma liberdade, que mais do que à especialidade, pode levar a um caminho de descoberta e aprendizagem. Porque no contexto da nuvem, parece-nos, não é necessário qualquer talento especial, basta, fazendo nossas as palavras de Einstein, “ser apaixonadamente curioso”. Assim, neste contexto é proposto um modelo de suporte à aprendizagem colaborativa/cooperativa que tem como base o Facebook e as ferramentas do ecossistema da Google.
The impact of the transformations introduced into our society by a new generation of social computing technology is current and thorough. These innovations allow people to share information, collaborate on projects and build virtual communities without finding any kind of limit, either temporal or spatial. In this sense, the conditions are created so that multiple people can interact, work together with a common goal and expect a result for their effort as a group and, for such, they may make use of not one but several platforms available in the Cloud. The school in which we grew up, however, instead of interaction seems likely to enhance competition among students, apparently encouraging the development of their individualism, unlike a collaboration, which, for us, might be healthy and productive for all stakeholders in the of teaching/learning process. The school strikes us as a closed space, almost militarized, preparing for war when it should educate for peace. More than a space that can (wants to) teach, the school should be a learning environment where all stakeholders could actually learn in effective collaboration. Connectivism appears thus as a learning theory for the digital age in which knowledge is constructed according to a network of connections. The phenomenon of the so called Social Media is incisively changing how humans interact with each other, with the information and, finally, with the knowledge itself. In the context of connectivism, “I store my knowledge in my friends” becomes the axiom to the collective knowledge and it is these connections between the various stakeholders which are what we mean by connectivism. In this context, a learning environment can be one of the components of the teaching/learning process in virtually any field of knowledge, when the epistemological grounds of its development is in line with the pedagogical practices of the teacher. Therefore, the cloud has conquered its space in our daily lives in a way that cannot be ignored, since it is, at this point, transversal to all our society. Creating a model that allows students and teachers to benefit from the connections they can create as well as from the cloud, seems to lead to a learning ecosystem characterized by freedom, which more than to the specialty can lead to a path of discovery and learning. Because in the context of the cloud, no special talent seems to be needed. Making Einstein’s words our words it is enough to “be passionately curious”. Thus, in this context we propose a model to support collaborative/cooperative learning which is based on Facebook and Google's ecosystem tools.
Description: Tese de Doutoramento em Informática.
URI: http://hdl.handle.net/11328/1300
Appears in Collections:REMIT - Teses de Doutoramento / PhD Thesis

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