Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11328/2512
Title: Refugiados: crise humanitária, saúde pública
Other Titles: Refugees: humanitarian crisis, public health
Authors: Vilela, Idalina
Bessa-Vilela, Noémia
Keywords: Refugiados
Saúde pública
Crise humanitária
Direitos humanos
Refugees
Public health
Humanitarian crisis
Human rights
Issue Date: 2017
Publisher: Institute for Local Self-Government Maribor
Citation: Vilela, I., & Bessa-Vilela, N. (2017). Refugiados: Crise Humanitária, saúde pública. In Proceedings of International Conference on Migration and Human, Porto, Portugal, 10-11 dez.2015 (pp. 5-14). Lex localis: Journal of Local Self-Government. Maribor: Institute for Local Self-Government Maribor. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2512
Abstract: O fenómeno migratório marca a agenda política internacional, é por isso um tema obrigatório e relevante de discussão científica e social que suscita preocupações na opinião pública. Importa identificar os problemas enfrentados pelas pessoas que vivem fora do seu país de origem no acesso aos serviços de saúde. Procurar compreender essa realidade observando-a desde os serviços de saúde (hospitais, centros de saúde) mas também a partir da comunidade para planear e implementar estratégias adequadas aos problemas identificados. A enorme vulnerabilidade social que afeta milhões de refugiados, configura grave violação dos direitos humanos, começando pelos mais básicos, o direito à vida e à saúde. Pela sua natureza, os processos migratórios são complexos quer pelas causas como pelas consequências individuais e coletivas dos deslocamentos. Os fatores que condicionam a procura dos cuidados de saúde, estão relacionados com os obstáculos encontrados. Salientam-se as características sociais e económicas, o receio, a língua, a vergonha, o desconhecimento sobre o sistema de saúde, a inexistência de cuidados culturalmente congruentes, sendo que, algumas barreiras têm um efeito dissuasor que faz com que a probabilidade de procurarem tratamento atempadamente diminua, agravando assim os seus problemas de saúde. Em Portugal os indicadores de saúde sobre os refugiados são escassas. Em termos de Saúde Pública importa identificar os grupos mais vulneráveis e as barreiras que os impedem de aceder aos serviços de saúde antes de contraírem doenças potencialmente graves.
The migratory phenomenon has been marking the international political agenda, which is why it became a mandatory and relevant topic of scientific and social discussion of concern in public opinion. It is important to identify the problems faced by people living outside their country of origin when accessing health services. Trying to understand this reality from the perspective of the health services (hospitals, health centers) but also the community’s in order to plan and implement appropriate strategies to the problems identified. The huge social vulnerability that affects millions of refugees, constitutes a serious violation of human rights, starting with the most basic right to life and health. By their nature, migratory processes are complex both the causes and the individual and collective consequences of displacement. The factors that influence the demand for health care are related to the obstacles encountered. In Portugal the health indicators of the refugees are scarce. In terms of public health is important to identify the most vulnerable groups and the barriers that prevent them from accessing health services before contracting potentially serious diseases.
URI: http://hdl.handle.net/11328/2512
ISBN: 978-961-6842-82-2.3
Appears in Collections:IJP - Comunicações a Congressos Internacionais / Papers in International Meetings

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